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Pregão: Prazo para Suspensão

Participamos de um pregão e não cumprimos o contrato devido a falta de documentação técnica exigida com rigor. Recebemos a notificação de pagamento da multa e consequentemente a advertência para defesa devido à aplicação da suspensão. De acordo com o órgão licitante a suspensão será inevitável e a defesa será somente para diminuir o prazo da suspensão. Quando a empresa provavelmente passara a ser atestada como suspensa no Sicaf?

Birigui publica edital para reforma em escola ampliada em 2010

Reparos serão na unidade de ensino Prof.ª Ruth Pintão Lot, que fica no bairro João Crevelaro   A Prefeitura de Birigui publicou o edital de licitação para contratação de empresa para executar reforma na escola municipal de ensino fundamental Prof.ª Ruth Pintão Lot, no bairro João Crevelaro.   O município

Edital por e-mail ou local para download

Entramos em contato para solicitar o edital por email ou local para download, e a Prefeitura nos informou que somente seria possível indo até o local para retirá-lo. Isso é legal?

O TCU (Tribunal de Contas da União) acabou com a possibilidade do governo realizar a licitação este ano cerca de 30 terminais portuários nos portos de Santos (SP) e na Região de Belém (PA).

 

Os ministros acertaram que vão determinar que os estudos de viabilidade que baseiam o lançamento dos editais para os leilões desses terminais sejam refeitos. Com isso, dificilmente as concorrências poderão ocorrer em 2015.

 

Conforme a Folha de S.Paulo antecipou em março, a licitação estava praticamente inviabilizada devido ao longo período que o órgão de controle demorou para dar ou não seu aval a esses estudos, que na prática definem a forma e os valores que terminal a ser licitado terá. O aval do TCU é obrigatório.

 

Os ministros levaram 18 meses para fazer essa análise e uma recomendação do próprio órgão de controle é para que não sejam feitas concorrências com estudos que tenham sido feitos mais de 18 meses antes da análise.

 

Com o posicionamento dos ministros nessa quarta-feira (29), o governo terá que recomeçar os levantamentos, que foram considerados por todos os ministros como frágeis e insuficientes para garantir uma disputa equilibrada pelos terminais.

 

Entre os problemas que são apontados está a fragilidade do trabalho sobre a forma que o governo escolheu para licitar esses terminais, usando critérios para definir o vencedor por maior movimentação de carga, por exemplo, e impondo tetos tarifários.

 

O processo, contudo, não terminou apesar de ter cinco votos favoráveis a essa determinação de refazer os estudos e outros dois ministros já terem se posicionado a favor, ou seja, sete votos. O Tribunal tem oito votantes.

 

Os ministros ainda estão discutindo uma outra questão sobre o processo, a colocação ou não de um item que autoriza o governo a renovar os contratos dos atuais arrendatários desses terminais. Parte dos ministros é contra que se coloque essa permissão de renovação. A decisão sobre os dois temas deverá ser tomada na próxima semana e nesse dia todos podem mudar de voto, se desejarem.

 

Na prática, o pedido para que os estudos sejam refeitos ajuda os integrantes do governo que já pretendiam mudar o modelo de concessão de terminais portuários que pertencem às estatais companhias Docas.

 

Pelo modelo cujos estudos foram enviados ao TCU em 2013, o governo pretendia fazer a licitação dos portos escolhendo o vencedor por critérios como menor preço oferecido ao usuário ou maior movimentação de carga, entre outros. Não estava previsto que a licitação tivesse pagamento de outorga ou arrendamento (que é uma espécie de aluguel pelo uso do bem público), como é feito atualmente.

 

Agora, o governo pretende fazer a maior quantidade possível de leilões pelo modelo de pagamento de outorga. A avaliação é que, no setor de portos, o mercado é livre e não haveria motivo para regular preços.

 

Além disso, o novo formato seria mais fácil de modelar a concorrência, fazendo com que ela saia mais rapidamente, e teria a vantagem levar mais recursos para o governo, auxiliando o ajuste fiscal.

 

(Fonte: TN Online)

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