Fornecemos para uma prefeitura e a mesma nunca nos notificou quanto a problemas sobre os produtos entregues. Solicitamos um atestado de fornecimento e a mesma se nega a fornecer. A prefeitura pode fazer isso?
Se o nome do sócio da empresa estiver irregular (sujo), ele pode participar de licitação? O CNPJ continua com a situação regular? interfere?
Participamos de um pregão presencial, e a comissão invalidou a possibilidade de duas empresas darem lances após a etapa de credenciamento. Nossa proposta foi declarada vencedora e ata assinada por todos os presentes. Após duas horas o órgão licitante, alegou haver um equívoco no aceite da documentação de uma das empresas concorrentes, emitiram um documento explicando o ocorrido e remarcaram nova sessão. Após a homologação da licitação, eles podem fazer esse procedimento?
Menos de um mês depois de assumir o cargo de assessor especial do Ministério dos Transportes, o ex-deputado federal Edson Giroto prometeu ontem um programa de recapeamento das rodovias federais que passam por Mato Grosso do Sul, com investimentos de R$ 1,5 bilhão. A informação foi dada por Giroto ontem, em Campo Grande, depois de reunião com os diretores do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit).
As licitações, conforme o assessor especial, devem ocorrer até o mês de julho. Todas as rodovias que passam por Mato Grosso do Sul, com exceção da BR-163, entregue à iniciativa privada, serão contempladas pelo programa, que prevê obras de manutenção, restauração, recapeamentos, construção de faixas adicionais, sinalização, entre outras melhorias de segurança.
Giroto ainda disse que quer os novos contratos ativos até o fim de 2018. “As rodovias de Mato Grosso do Sul estão necessitando muito de manutenção. Há casos mais pontuais, mas queremos assegurar melhorias em todas as rodovias. As empresas anteriormente contratadas não tiveram capacidade de executar o contrato, o que levou à rescisão. Agora, o processo se prolonga mais um pouco, para que haja tempo de abrir uma nova licitação e análise de propostas. Queremos que as empresas tenham a segurança de que existem recursos disponíveis e que assumam conosco o compromisso com a qualidade e melhoria na segurança dos usuários”, declarou.
No mês passado, policiais rodoviários federais fizeram um trabalho fora de suas atribuições: taparam, por conta própria, um buraco na BR-267, perto da cidade de Bataguassu. A rodovia está sem contrato de manutenção desde janeiro último.
Outra estrada abandonada é a BR-060, no trecho entre as cidades de Camapuã e Chapadão do Sul.
Em alguns casos, motoristas têm de desviar para o acostamento para não cair nas crateras abertas na pista. A BR-262, entre Campo Grande e Três Lagoas, também tem apresentado problemas.
Para o assessor especial do Ministério Transportes, ainda precisam ser discutidos alguns tópicos, como os riscos impostos nas travessias urbanas nas rodovias, que ocorrem em Paranaíba, Água Clara e Camapuã, por exemplo.
Superintendente
Até o momento sem superintendente, o Dnit de Mato Grosso do Sul deverá ter a vacância preenchida na segunda-feira (13). O secretário especial do Ministério dos Transportes, Edson Giroto, antecipou: Tiago Becker, funcionário do Dnit de Brasília, oriundo da área de projetos, deverá ocupar o cargo. Uma nova reunião na Superintendência Regional do órgão está marcada para sexta-feira (17), quando Becker deverá tomar pé dos projetos discutidos para a melhoria das rodovias.
(Fonte: A Critica)