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Aprovados na segunda licitação começam a assinar contratos na Arsal

Contemplado na segunda licitação do Transporte Rodoviário Intermunicipal de Passageiros Complementar, na linha Limoeiro de Anadia/Arapiraca, Cristiano André dos Santos, de 38 anos, foi o primeiro a chegar à Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de Alagoas (Arsal) nesta quarta-feira, 25, para a assinatura do contrato de permissão. “Participar

Vencedora da licitação do asfalto

Construtora Nóbrega Pimenta venceu a licitação para o recapeamento asfáltico no primeiro trecho do BRT. A vencedora terá quatro meses para executar a obra a partir da assinatura da ordem de serviço. O recapeamento será executado, prioritariamente, nas seguintes vias: avenida Leopoldino de Oliveira, rua Governador Valadares, rua Vigário Silva,

Empresas são desclassificadas e licitação do Plano Cicloviário é adiada

Nesta quarta-feira (25), deveria ser apresentada a empresa vencedora da licitação responsável por elaborar o Plano Diretor Cicloviário Integrado de Teresina (PDCI). Entretanto, segundo a Secretaria Municipal de Administração (Sema), as duas empresas apresentaram irregularidades na documentação e foram desclassificadas durante o processo de avaliação técnica. As empresas terão oito

Dnit realiza licitação para concluir obras do PAC em Porto Velho

As propostas das empresas que participam da licitação para a retomada das obras dos viadutos de Porto Velho foram abertas nesta quarta-feira (25) em Brasília. A licitação foi feita no Regime Diferenciado de Contratação (RDC). Com a empresa escolhida, o reinício dos trabalhos está previsto para 30 dias. Desde que

Prefeitura anuncia vencedor da licitação da região sul do complexo

A Prefeitura do Rio anunciou, nesta quarta-feira, o resultado da licitação para a construção e reforma das instalações da região sul do Complexo Esportivo de Deodoro, o qual receberá 11 modalidades olímpicas e quatro paralímpicas durante os Jogos de 2016. O vencedor foi consórcio IBEG Engenharia e Construções Ltda, com

Birigui não abre licitação para empresa de transporte coletivo

A um mês de encerrar o contrato emergencial da concessão do transporte coletivo urbano com a Theodoro Transportes, a Prefeitura de Birigui ainda não lançou o processo licitatório para a escolha da empresa que ficará responsável pelo serviço no município. Pertencente ao grupo TDR, de Monte Aprazível, a Theodoro assumiu

Cetenco vai ao TCU contra licitação da BR-153

O consórcio formado pelas construtoras Cetenco-Ferreira Guedes-Lenc entrou com representação no Tribunal de Contas da União (TCU) contra a licitação de duplicação de trecho urbano da rodovia BR-153 em Rio Preto.   O grupo apresentou proposta de R$ 185,9 milhões para a obra, em concorrência por meio de Regime Diferenciado

Sem licitação, Metrô renova por R$ 48 milhões serviço de manutenção no DF

O Metrô do Distrito Federal fechou, pela segunda vez, contrato emergencial com o Consórcio Metroman para realização dos serviços de manutenção preventiva e corretiva do sistema para o período de seis meses. A contratação, de R$ 48 milhões, foi publicada no Diário Oficial desta terça-feira (24).   O consórcio, formado

Petrobras vai explorar campos do pré-sal sem licitação, decide governo

O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, anunciou nesta terça-feira (24) a contratação direta (sem licitação) da Petrobras para a exploração do volume excedente de óleo em quatro campos de petróleo do pré-sal: Búzios (antigo campo de Franco), Entorno de Iara, Florim e Nordeste de Tupi. A Petrobras já

O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, anunciou nesta terça-feira (24) a contratação direta (sem licitação) da Petrobras para a exploração do volume excedente de óleo em quatro campos de petróleo do pré-sal: Búzios (antigo campo de Franco), Entorno de Iara, Florim e Nordeste de Tupi.

A Petrobras já tem desde 2010 a autorização para retirar óleo dessas áreas. Entretanto, ela permite a produção de apenas 5 bilhões de barris, sob contrato de cessão onerosa (em que se paga pelo direito de explorar). Esse acordo foi firmado em uma operação de capitalização da empresa.

Mas estudos feitos nos últimos anos apontam que a capacidade de produção desses campos é bem superior, de 10 a 14 bilhões de barris a mais. É para extrair esse volume extra que o governo anunciou nesta terça a contratação direta da Petrobras. Ela será feita sob um regime diferente, chamado de partilha, em que o lucro da produção é partilhado entre as empresas produtoras e a União. O regime é o mesmo do leilão do campo de Libra, no ano passado.

“Em 2010 tínhamos conhecimento reduzido sobre as áreas concedidas à Petrobras de maneira onerosa. Não havia convicção plena de que os 5 bilhões poderiam ser produzidos. Com os estudos feitos nesses 4 anos, temos estimativas muito mais robustas que nos permitem ver volumes muito maiores do que a gente via naquela época”, disse o secretário de Petróleo e Gás Natural do Ministério de Minas e Energia, Marco Antônio Almeida.

De acordo com ele, a União vai receber R$ 2 bilhões pelo bônus de assinatura do contrato com a Petrobras, que deve ocorrer ainda em 2014. Além disso, disse Almeida, o governo pode optar por antecipar, entre 2015 e 2018, uma parte dos valores do óleo a que tem direito. Essa antecipação é estimada em cerca de R$ 13 bilhões.

A reunião do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), em que foi tomada a decisão de contratar a Petrobras diretamente, ocorreu no Palácio do Planalto, em Brasília, e foi presidida pela presidente Dilma Rousseff. A participação total da União na partilha é estimada em 76,2%. No leilão de Libra, ela ficou em 75%.

Justificativa

O ministro Edison Lobão e o secretário Marco Antônio Almeida negaram que o objetivo da decisão de contratar a Petrobras sem licitação seja aumentar e antecipar recursos para melhorar a arrecadação do governo. “O objetivo definitivamente não é fiscal”, disse Lobão. De acordo com eles, abrir a exploração dessas áreas a outras empresas poderia atrasar os projetos e trazer risco jurídico aos contratos.

Segundo Almeida, pelo contrato de cessão onerosa, a Petrobras tem o direito de instalar seus poços de exploração em qualquer ponto desses campos até atingir os 5 bilhões de barris. Assim, o governo só poderia licitar a produção dos outros 14 bilhões de barris quando soubesse exatamente onde cada um deles vai ficar – o que pode levar anos.

Além disso, completou o secretário, caso não consiga retirar todo o óleo planejado em cada um dos campos, a estatal terá direito de compensar isso com a exploração de outros locais. “Por conta dessa insegurança jurídica, no interesse do governo brasileiro a contratação direta é a melhor maneira”, disse Almeida.

Produção

A Petrobras ainda não começou a extrair óleo desses 4 campos. A previsão é que isso ocorra a partir de 2016. No planejamento da empresa, existem previsões de produção ano a ano para o regime de cessão onerosa. Assim, tudo o que for retirado dos campos além dessas previsões, será creditado pelo regime de partilha. A previsão do governo é que os excedentes sejam registrados a partir de 2020 ou 2021.

O secretário Almeida avaliou que a Petrobras não deve ter dificuldades para fazer mais esse investimento. Também disse que a indústria nacional tem capacidade de absorver a demanda por peças e equipamentos. Ainda de acordo com ele, os cerca de R$ 15 bilhões que serão pagos pela estatal, pelo bônus e antecipação, não vão pressionar seu caixa.

“Se a Petrobras produzir o que está no plano de negócios dela, esse valor aqui é desprezível”, disse Almeida.

(Fonte: G1)

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