Em uma Carta convite, se houver apenas uma empresa participando o pregoeiro pode não aceitar a proposta?
Estou tendo um problema de inadimplência há mais de 05 meses em um Município, e quando ligo no setor de finanças eles passam que não tem previsão do pagamento. Como agir nesse caso, sendo que existe um contrato assinado com a dotação orçamentária e empenho?
Sobre o Decreto 7.174 de 12 de Maio de 2014, referente a contratações de bens e serviços de informática e automação pelos órgãos e entidades da administração pública federal. Nossa empresa participou de um Pregão e no cadastro da proposta informamos que o produto TP (Tecnologia do País), no entanto ao verificar no site do MCTI – Ministério de Ciências e Tecnologia e Inovação alguns fabricantes não estavam cadastrados, mesmo sendo Nacionais. Como faço para certificar ao Pregoeiro que a Tecnologia é do País?
A presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição pelo PT, defendeu em entrevista ao Grupo RBS nesta segunda-feira a simplificação dos processos para realização de grandes obras do país, a exemplo do que é previsto em alguns casos com o uso do Regime Diferenciado de Contratação (RDC). “Não para não
Depois do cancelamento em junho, o governo federal se prepara para lançar neste mês o novo edital de retirada do chamado Pedral do Lourenço para garantir a navegabilidade do Rio Tocantins (PA) – entre os municípios de Marabá e Tucuruí – durante todos os meses do ano. Atualmente, o
Em reunião com o prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto, e os feirantes, nessa segunda-feira (11), o Ministério Público do Estado (MP-AM) concedeu um prazo maior para o cadastramento dos permissionários de feiras e mercados de Manaus. Eles reivindicam mudanças no Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) que obriga a licitação dos espaços públicos ocupados irregularmente.
De acordo com a Secretaria Municipal de Comunicação (Semcom), foi formada uma comissão com seis integrantes para definir as mudanças no TAC. O prazo de cadastramento, que terminaria no dia 31 de outubro, foi ampliado para 31 de dezembro.
Entre as mudanças propostas está a possibilidade de conceder o uso permanente dos espaços públicos aos feirantes, criando condomínios administrados pelos permissionários.
“Uma das questões é a fixação de um prazo máximo de cinco anos para a utilização do espaço público, o que é inviável para uma pessoa que tira sua subsistência desse local. Nesse caso, entendemos que o espaço deve ser entregue por tempo indeterminado.
Outro, é a não hereditariedade da permissão de uso. A proposta é que haja a desafetação do espaço público para, aí sim, realizar a entrega para particulares. Uma das vias seria a transformação dos espaços em condomínios administrados pelos próprios permissionários”, explicou o defensor público Carlos Alberto Souza de Almeida Filho.
Desafetação é a expressão usada no direito administrativo para denominar o ato pelo qual o Estado torna um bem público apropriável. Por exemplo: ocorre quando a administração determina que um imóvel destinado a instalação de uma escola deixa de ter essa função, passando a ser um bem disponível.
“Reconhecemos que ajustes podem ser feitos. Estamos aqui para contribuirmos com a organização da cidade, respeitando alguns critérios já avençados no próprio TAC”, afirmou o promotor de Justiça Antônio Mancilha.
A próxima reunião da comissão técnica que cuidará dos ajustes será no dia 19 de agosto. A meta é ordenar as feiras e mercados sem prejudicar os trabalhadores e nem os consumidores.
Participaram da reunião representantes do Sindicato do Comércio Varejista dos Feirantes (Sindfeira), MPE e Defensoria Pública.
(Fonte: D24am)