RHS Licitações

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Existe um acordo que possibilita a prorrogação de um contrato?

Trabalhamos com locação de equipamentos de TI e a priori, os contratos poderiam chegar ate no máximo 48 meses. Porem existe um acordo que possibilita que esses contratos se prorroguem por mais 12 meses, chegando ao limite de 60. Poderia, por favor, me informar qual acordar ou decisão que me fundamenta esse aumento de prazo?

Posso pedir reajuste de preço para o Órgão Público?

Participei de um pregão presencial tipo menor preço por item em maio de 2016 e ganhamos 3 itens. As entregas são parceladas e depende da demanda da prefeitura, com isso já entregamos cerca de 50% da quantidade cotada. O problema é que a prefeitura enviou uma OF este mês e quando eu fiz o pedido para o meu fornecedor teve um aumento de mais de 20%. E com isso o preço de custo esta muito próximo do preço de venda. A minha duvida é: posso pedir um reajuste de preço para a Prefeitura? O que posso fazer para não levar prejuízo? Qual o caminho adequado?

O Órgão Público deve informar ao licitante sobre um indeferimento antes de registrar a restrição no SICAF?

Participamos de um processo licitatório em Dezembro e fomos convocados a apresentar a documentação via chat no prazo de 2 horas. Ocorre que quando o processo de envio estava em 52% o prazo esgotou e como consequência o chat foi fechado e os documentos de habilitação não enviados. Posteriormente recebemos uma notificação informando que por não termos atendido a convocação do pregoeiro seriamos penalizados conforme lei 8.666. Enviamos a defesa administrativa e não recebemos mais retorno a respeito do assunto. Ontem recebemos uma ligação de outro Órgão sobre um contrato que aguardava liberação do orçamento para assinatura sobre uma restrição no SICAF. Acessamos o SICAF e verificamos que a restrição tratava do indeferimento sobre a nossa defesa. Minha duvida é a seguinte: O Órgão licitante não deveria ter nos informado sobre o indeferimento ANTES de registrar a restrição no SICAF? Não teríamos direito a recurso ANTES do registro no SICAF?

Após ter o contrato assinado com o órgão público, uma empresa pode ser penalizada por ter uma certidão vencida?

Ganhamos uma concorrência Tomada de Preços e já assinamos o contrato. Ocorre que para emissão da Nota de Empenho estão pedindo a apresentação de todas as certidões, e nossa certidão da Receita Federal venceu e estou tentando refazer o parcelamento que demora alguns dias. Posso ser penalizado com a perda mesmo com o contrato assinado e publicado? 

No caso de um pregão onde há ME/EPP ela terá preferência na ordem de classificação?

Participei em um pregão onde o primeiro colocado foi desclassificado (preço inexequível) porque errou na hora de dar o lance e eu fiquei em 2º lugar com o valor de R$ 75.000,00, o 3º colocado também com o valor de R$75.000,00. Fomos considerados vencedores, mas o 3º colocado que é EPP está entrando com recurso, alegando o fato que está dentro dos 5% da margem de preferência.

Pergunto: posso ser desclassificado, a Lei Complementar 123 é valida só no caso do 1º e 2º ou prioriza todos, independente de quantos estejam nessa condição?

A empresa contratada pode requerer o reequilíbrio da equação econômico-financeira do contrato?

Temos algumas obras que vem sofrendo constantes atrasos de cronograma por culpa exclusiva da contratante. O projeto foi muito mal executado, sendo necessária constante revisão durante a execução, o que está gerando aditivos e supressões, bem como atraso na execução do objeto. Ainda, o órgão decidiu por suspender pagamento de hora extra para engenheiros fiscais e técnicos de segurança, de modo que nos informou haverá um período de recesso (não previsto em contrato ou informado anteriormente), durante o qual não poderemos trabalhar. Tais situações tem gerado grandes transtornos financeiros para nossa empresa. Entendemos que o equilíbrio-financeiro do contrato está sendo quebrado por tais fatores. Há algum mecanismo legal que proteja a Contratada desta situação? 

TCDF libera licitação para obra na pista do autódromo Nelson Piquet

17 de Janeiro de 2017 A concorrência pública para terminar a construção da pista do Autódromo Internacional Nelson Piquet foi retomada depois de ser suspensa pelo Tribunal de Contas do DF (TCDF). A licitação para concluir a obra, que está 40% pronta, será nesta sexta-feira (20/1). Os trabalhos incluem asfalto,

17 de Janeiro de 2017

A concorrência pública para terminar a construção da pista do Autódromo Internacional Nelson Piquet foi retomada depois de ser suspensa pelo Tribunal de Contas do DF (TCDF). A licitação para concluir a obra, que está 40% pronta, será nesta sexta-feira (20/1).

Os trabalhos incluem asfalto, sistema de drenagem, sinalização e elementos de segurança, como guardrails. O orçamento é de R$ 13.851.619,41, com recursos da Agência de Desenvolvimento do DF (Terracap), proprietária do espaço.

Essa será a primeira fase de obras para a retomada das atividades do circuito – fechado desde 2014 –, com expectativa de término em setembro. A segunda etapa abrangerá a reforma dos prédios e, posteriormente, a finalização dos boxes. Essas benfeitorias, por sua vez, serão executadas por meio de parceria público-privada, em que um parceiro da iniciativa privada ficará responsável pela administração do autódromo.

O TCDF pediu a suspensão devido “a exigências excessivas para participar da concorrência”. “A concorrente teria que ser especialista em drenagem, apesar desse serviço ser de baixa relevância perante a obra como um todo”, disse a Corte, por meio de nota.

Histórico de problemas

Em 2014, o GDF anunciou que o autódromo receberia uma etapa da Fórmula Indy, principal campeonato de monopostos dos Estados Unidos. Para isso, precisaria de uma reforma completa, orçada em R$ 245 milhões.

No entanto, a obra foi embargada pela Justiça no início de 2015, depois de o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) e o TCDF apontarem uma série de irregularidades. Dessa forma, a pista que havia sido destruída para a construção de uma nova ficou como estava, aos pedaços. Desde então, o autódromo, que até então funcionava parcialmente, não serve mais para corridas.

O caso virou alvo de ações ajuizadas pelo MPDFT. Em fevereiro de 2016, Agnelo foi condenado pelo juiz da 2ª Vara da Fazenda Pública, Álvaro Ciarlini, por improbidade administrativa decorrente da contratação de empresa para transmissão de etapas da Fórmula Indy. Atualmente, ele recorre dessa condenação.

Outra, esta penal, é contra os ex-presidentes da Novacap Nilson Martorelli e da Terracap Maruska Lima de Souza Holanda, por supostas irregularidades. Os ex-gestores foram indiciados pelo crime contra a Lei de Licitações, com pena prevista de dois a quatro anos de detenção, além de multa.

Serviço

As empresas interessadas em participar da licitação devem enviar a proposta e os documentos para a Secretaria de Infraestrutura e Serviços Públicos, no Setor de Áreas Públicas, Lote B, Bloco A, 1º andar. Mais informações podem ser obtidas pelos telefones (61) 3403-2321 e 3403-2322. (Com informações da Agência Brasília)

 

Fonte: Metrópoles 

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