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Empreiteira vence licitação e orça a construção de Ceasa em R$ 388 mil

Numa segunda etapa está prevista a construção de uma unidade de separação e classificação dos produtos com 450 metros quadrados.   A Construtora São Braz Ltda venceu a licitação para construir a Unidade de Apoio de Distribuição de Alimentos da Agricultura Familiar. Esta é a primeira etapa da futura Central

Mauá quer acelerar edital do Transporte

O prefeito de Mauá, Donisete Braga (PT), trabalha para acelerar o andamento da licitação das linhas municipais de ônibus. A disputa está suspensa por liminar concedida pela Justiça do Amazonas desde junho, quando o Paço recebeu envelopes com propostas de quatro companhias.   Sem dar prazo, o petista disse acreditar

Renovação das licenças da usina de triagem dependem de melhorias

A usina de triagem de lixo de Venâncio Aires busca renovação de licenças desde 2011. Com a necessidade de melhorias no piso e em sistemas de drenagem, no último mês a prefeitura abriu licitação, porém, não houve interessados. Desta forma, a Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Semma) projeta melhorias no

Prefeitura de Francisco Beltrão abre licitação para o transporte público

Empresas interessadas devem entregar documentos no dia 22 de agosto.   Segundo a Prefeitura, as novas empresas vão começar a operar em 2015. A Prefeitura de Francisco Beltrão, no sudoeste do Paraná, abriu licitação para concessão do transporte público da cidade. As empresas interessadas deverão atender as melhorias solicitadas no

Projeto de licitação só deve sair em 2015

O estudo mais aprofundado sobre o transporte público – incluindo linhas, tarifas, a reestruturação completa – teve novamente o prazo prorrogado. De acordo com a Semob, os projetos de Licitação do Transporte Público e o Plano de Mobilidade de Natal só devem sair em 2015.   Após a Bilhetagem Eletrônica,

Infraero realiza obras de ampliação em Aeroporto de Vitória

A Infraero publicou o edital para contratação das obras de construção do novo terminal de passageiros, novo sistema de pistas, pátio de aeronaves, e demais instalações do Aeroporto de Vitória/Eurico de Aguiar Salles. O processo de contratação será pelo Regime Diferenciado de Contratações (RDC), na forma eletrônica. A abertura está

Obras para evitar rodízio de água já somam R$ 160 milhões

Cerca de 65% das despesas contratadas pela Sabesp para socorrer a crise do Cantareira são emergenciais e foram feitas sem licitação   Na tentativa de evitar o racionamento de água oficial na Grande São Paulo, a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) já gastou cerca de

Cerca de 65% das despesas contratadas pela Sabesp para socorrer a crise do Cantareira são emergenciais e foram feitas sem licitação

 

Na tentativa de evitar o racionamento de água oficial na Grande São Paulo, a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) já gastou cerca de R$ 160 milhões com obras para suprir a histórica crise de estiagem do Sistema Cantareira. Cerca de 65% das despesas ocorreram em contratos sem licitação, prática permitida por lei em casos de emergência ou de calamidade pública.

 

É o caso da construção de diques e da compra de 17 conjuntos de bombas flutuantes para a captação inédita de água do “volume morto” do Cantareira nas Represas Jaguari-Jacareí, em Joanópolis, e Atibainha, em Nazaré Paulista, que custaram cerca de R$ 80 milhões. A operação começou no dia 15 de maio e a previsão é de os 182,5 bilhões de litros adicionais represados abaixo do nível das comportas da Sabesp dure até novembro. Até ontem, a concessionária já havia retirado 43,4 bilhões de litros da reserva profunda, ou 23,7% do total.

 

Outros R$ 80 milhões estão diluídos em uma série de intervenções feitas pela companhia para remanejar água de outros sistemas produtores para regiões da capital abastecidas pelo Cantareira. O socorro começou no início do ano com 1,1 mil litros por segundo revertidos do Sistema Guarapiranga para os bairros Jabaquara, Vila Olímpia, Brooklin e Pinheiros, nas zonas sul e oeste da capital, e outros 2,1 mil litros do Sistema Alto Tietê para Penha, Ermelino Matarazzo, Cangaíba, Vila Formosa e Carrão, na zona leste.

 

Para fazer o remanejamento, que tirou inicialmente cerca de 1,6 milhão de pessoas do consumo do Cantareira, a Sabesp teve de instalar novas adutoras, aumentar as vazões de estações elevatórias e de tratamento de água e ampliar as unidades de bombeamento. Segundo a companhia, foram essas obras que resultaram nos “cortes pontuais” de abastecimento que deixaram diversos imóveis sem água nos últimos meses.

 

Com o agravamento da crise do Cantareira, em maio, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) anunciou que a reversão de água dos sistemas Rio Grande (500 litros por segundo) e Rio Claro (200 litros por segundo) e mais 1.500 litros adicionais do Alto Tietê e do Guarapiranga a partir deste mês. Dessas obras, o remanejamento de água do Rio Grande para abastecer cerca de 150 mil pessoas custou R$ 26,5 milhões e também foi feito sem licitação. Para 2015, a Sabesp pretende ampliar mais 2.200 litros do Rio Grande e outros 1.500 litros do Guarapiranga. Em nota, a companhia afirma que todos os contratos feitos sem licitação “seguem todos os procedimentos previstos na Lei de Licitações – 8.666/1993”.

 

(Fonte: Estadão)

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