Hospital terá 220 leitos, incluindo 40 de Unidade de Terapia Intensiva.Área construída será de 25,291 mil metros quadrados em Caraguá. O Governo do Estado lançou a licitação para decidir a empresa que ficará responsável pela construção do Hospital Regional do Litoral Norte, que ficará em Caraguatatuba. As empresas interessadas
Em 2012, o Dnit chegou a licitar a contratação de empresa para executar esse projeto, orçado em R$ 140 milhões A empresa Allianza Infraestruturas do Brasil, instalada no Rio de Janeiro, venceu a licitação pelo valor de R$ 17,2 milhões para fazer a manutenção da BR-262, no trecho de
Sede provisória do campus do IFMS na Capital funciona em prédio alugado Depois de quase cinco anos de atraso na entrega das obras do campus do Instituto Federal de Mato Grosso do Sul (IFMS), que estavam previstas para serem concluídas em pouco mais de 12 meses, aviso de licitação
Este inciso ainda está em vigor ou os valores foram alterados?
A declaração independente de proposta, é assinada pelo representante legal da empresa definido no contrato social ou se é assinada pelo procurador que representará a empresa na licitação?
Caso a empresa tenha algum titulo protestado por empresa privada influencia em finalização de processo licitatório?
Por: Saulo Stefanone Alle Vender ao governo é uma missão incrivelmente desafiadora. Nossos melhores vendedores são amarrados em regras, documentos e detalhes, e acabam – às vezes – desestimulados. Além disso, o departamento jurídico identifica riscos elevados em quase toda operação e, agora, para piorar, há o tal do compliance.
Início do processo de contratação acontece dois anos após previsão inicial.Objetivo é contratar empresas que operarão linhas nos próximos 20 anos. A Prefeitura de São Paulo abriu nesta quarta-feira (14) três licitações para contratar as empresas de ônibus que vão operar o serviço na capital pelos próximos 20 anos.
Início do processo de contratação acontece dois anos após previsão inicial.
Objetivo é contratar empresas que operarão linhas nos próximos 20 anos.
A Prefeitura de São Paulo abriu nesta quarta-feira (14) três licitações para contratar as empresas de ônibus que vão operar o serviço na capital pelos próximos 20 anos. A licitação é aberta mais de dois anos após a previsão inicial, que era julho de 2013, mas que acabou suspensa após os protestos de junho daquele ano contra o aumento da tarifa de ônibus na capital paulista.
A abertura das licitações foi comunicada nesta quarta no Diário Oficial do município. Na quinta-feira (15), os editais de licitação estarão disponíveis no site da Secretaria de Transportes. Os envelopes devem ser abertos no mês de novembro.
A contratação vai alterar todo o sistema de ônibus da capital e interessa aos 10 milhões de passageiros que usam os ônibus na cidade todos os dias. A Prefeitura quer que o processo seja concluído antes do final da gestão do prefeito Fernando Haddad (PT).
Na terça-feira (13), o prefeito disse em entrevista pelo Youtube que o Tribunal de Contas do Município (TCM) poderá pedir um prazo extra para analisar os documentos da concorrência e que “essa licitação exige a paciência devida, porque é um contrato de 20 anos”.
O TCM já suspendeu diversas licitações da Prefeitura de São Paulo na área de transportes, como a construção de corredores de ônibus e a compra de radares.
Divisão das linhas de ônibus
Uma das novidades da nova licitação prevista pela Prefeitura era a possibilidade de a opinião do usuário ser considerada na remuneração das empresas. Ela vai ser considerada ao lado de quesitos como passageiros transportados; cumprimento regular das viagens e disponibilidade da frota.
O novo serviço de transporte será dividido em linhas estruturais, regionais e locais. As nove áreas da capital paulista que hoje têm como marca uma determinada cor nos ônibus passarão a ter diferentes configurações dependendo do tipo de linha.
A rede “estrutural” será responsável por linhas que ocuparão as maiores avenidas da cidade e que ligarão os bairros da cidade e vão conectar a periferia ao Centro. Elas ocuparão, por exemplo, os grandes corredores de ônibus da cidade, como o das avenidas Santo Amaro e Nove de Julho. Neste serviço, a cidade estará dividida em quatro grandes regiões (Leste, Oeste, Norte e Sul). Essas regiões agrupam os 20 setores nos quais a cidade foi dividida para a licitação.
A cidade terá também uma rede que será chamada de “articulação regional”, que vai ligar bairros e centralidades de interesse regional e ainda bairros ao Centro sem passar pelas grandes avenidas do município. Além disso, uma rede de distribuição local atenderá a população nas ruas menores dentro dos bairros. Somados os três sistemas, 27 lotes são licitados.
O projeto prevê aumentar a oferta de viagens em 24% e o número de assentos disponíveis em 13%. A cidade deve ganhar um número maior de ônibus de grande porte que circularão por faixas exclusivas e corredores. Linhas locais saindo dos bairros vão alimentar o sistema.
Tudo será controlado eletronicamente por dispositivos instalados nos ônibus e por um centro de controle (CCO) a ser construído pelas empresas. As ganhadoras da licitação serão aquelas que se propuserem a trabalhar com a menor taxa de retorno.
Auditoria
Após junho de 2013, a Prefeitura de São Paulo fez uma auditoria dos contratos de ônibus. A empresa de consultoria Ernst&Young, contratada para o trabalho, concluiu que a Prefeitura de São Paulo tem potencial de economizar 7,4% dos gastos do atual contrato.
Em junho de 2015, a Prefeitura de São Paulo abriu uma consulta pública para que a população pudesse opinar sobre o novo serviço de ônibus. Ela ocorreu até 31 de agosto. Mais de um mês depois, a licitação é aberta em Diário Oficial.
(Fonte: G1)